terça-feira, 26 de novembro de 2013

Terceira Postagem no Blog - 25/11 a 08/12

Olá pessoal do Polo de Cachoeira do sul.
A terceira postagem no Blog será uma escolha do grupo em relação ao tema Geometria Analítica, poderemos apresentar jogos, comentar filmes, listar sites confiáveis sobre o tema, etc. 
O tempo de duração para postagem é de duas semanas (25/11 a 08/12) e, será avaliado não apenas a postagem, mas as interações com a tutoria. Ou seja, além da postagem sua nota está condicionada aos seus comentários. Lembrando que todos os componentes do grupo devem fazer comentários individuais para receber a devida pontuação. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Marco histórico da Educação em nosso município


Em recente visita ao arquivo histórico e museu municipal, pesquisamos as primeiras escolas de nosso município.
·         A primeira escola foi a chamada Aula de meninas autorizada pela Câmara sua abertura em 27 de abril de 1848, na residência de Manoel José Pereira da Silva, sendo a primeira professora sua filha Ana Francisca Rodrigues Pereira, situada na rua Moron, onde hoje é a atual Casa das Pilchas, possuindo uma arquitetura tipicamente colonial.
Características da arquitetura do prédio:
- telhado em quatro e duas águas estruturadas em madeiras com telhas tipo canoa;
- portas de madeira, arrematadas por bandeiras fixas com caixilhos de madeira com vidro;
- janelas e portas com vergas arqueadas na parte superior da moldura, sendo estas de madeira de grande espessura, algumas já foram substituídas por reboco com areia, cal e cimento, imitando o original. As esquadrias de madeira em forma de guilhotina.

 O prédio se mantém com algumas características até hoje.
                                                      Primeira escola da cidade

·         Colégio de aplicação, em 1886, tendo como diretor José Gabriel da Silva  que lecionava português, Artimértica, entre outros professores que lecionavam alemão, francês e latim. Sobre seu prédio não consta nos aquivos.

·         Escola Municipal de 1º grau incompleto Manoel Carvalho Portella, criada em 12 de agosto de 1936, no início funcionava em uma casinha com apenas uma sala de aula próximo ao atual prédio, na época eram duas escolas que se uniram tendo outro nome, escolas reunidas como assim eram chamadas.

·         Escola Remington (Dactilografia), inaugurou dia 10 de abril de 1971, era dirigida pó Dinch Xavier Gregory, tendo suas instalações na rua 7 de setembro, esquina da conde de porto alegre, não encontramos nenhum registro sobre a construção do prédio.
A maior parte dos professores teve sua formação em Porto Alegre, vindo a lecionar em Cachoeira, abrindo suas próprias escolas em suas casas.
O prédio que escolhemos foi da Colégio Rio Branco.
                                                         Sequencia da construção dos prédios do colégio Rio Branco
Quando os imigrantes alemãs chegaram em nossa cidade tiveram dificuldades de comunicação de professar sua fé , portanto se uniram conseguindo doações adquiriram a primeira “capela-escola”₁, uma pequena casa perto da usina, e teve um professor-pastor por anos, no período de 1894-1910.
                                                               Primeira capela-escola
No dia 13 de março de 1913 foi inaugurado o 1º prédio da quadra abrigando quatro salas de aula, salão para cultos e apartamento para o pastor, se chamava DEUTSCH-BRASILIANISCHE SCHULE: ESCOLA ALEMÃ BRASILEIRA₂.
Em 1917, foi inaugurado o Prosemir – INSTITUTO PRÉ TEOLÓGICO, primeira escola humanista, sendo um internato para meninos e casa paraquial.₃
                                                            Centro Pré tecnológico
Em 9 de abril de 1931, foi inaugurado o Templo Martin Lutero, em estilo neogótico projetado pelo arquiteto THE WIEDERSPAHN.₄
Com o crescimento da família Luterana foi construído um prédio para jardim da infância, internato de meninas, secretaria e casa paroquial.₅
Em 1938 passou a chamar-se Colégio Evangélico Brasileiro, porém na época do Estado Novo de Getúlio Vargas e da 2ª guerra mundial, o nome teve de ser mudado para Barão do Rio Branco.
Em 1963 foi inaugurado parte do Ginásio com auditório, e concluído em 1970.₆,₇
Em 1989, no bairro Tupinambá  foi inaugurado o ginásio de esportes.₈
Entre 1989 e 1993, o professor Werner Bittelbrunn  ampliou as dependências da escola criando novas salas de aula, bar com área coberta, quadra esportiva com arquibancadas e pátio remodelado.₉
Em 2004, a comunidade Martim Lutero recebeu como doação o prédio situado na rua comendador Fontoura,146.₁₀
                                                                                  No centro sede atual do Jardim de Infância – 8 de dezembro de 1985
É importante ressaltar que para as construções serem realizada houveram doações que ficaram registradas:
                                                           Dias atuais
Componentes do grupo: Angelita Coelho, Ana Paula Vargas e Camila Sampaio.
Fontes: Museu municipal e Colégio Rio Branco.
Entrevista: Professora Elaine Prass – Colégio Rio Branco.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Colégio Sinodal Barão do Rio Branco

      Nosso grupo pesquisou sobre o Colégio Sinodal Barão do Rio Branco. O grupo é composto por: Aldemar de Oliveira Lenci, Anderson de Oliveira Lucas, Fabiele Gabrieli Bitencourt Wommer e Maria Florencia da Siqueira Nunes.

Em 1769, índios guaranis aculturados foram aldeados no local até hoje chamado Aldeia. Estes índios vieram com o objetivo de fornecer mão-de-obra para a nova povoação que surgia. É desta época o primeiro nome oficial: Capela de São Nicolau. Durante este tempo e ainda depois, chegavam negros escravos, pois a escravidão sustentava o modo de produção na época.

Em 10 de julho de 1779, a povoação foi elevada à freguesia com o nome de Freguesia de São Nicolau da Cachoeira de San José (Bispado do Rio de Janeiro, Comarca de Nossa Senhora do Rosário de Rio Pardo) e dois anos depois passou à invocação de Nossa Senhora da Conceição.

1821 - Criação de aulas públicas.

Em cumprimento às ordens do Vice-presidente da Província, em Portaria de 3 de junho de 1852, a Câmara determinou aos professores de primeiras letras que ministrassem aulas apenas uma vez ao dia, durante seis horas, no período que julgassem mais conveniente.

O vereador João José Rodrigues foi nomeado inspetor das aulas públicas em 1852, sob protestos de Antônio Vicente da Fontoura que não o considerava apto para o cargo. Em 1853, o médico José Pereira Goulart foi nomeado para a inspetoria.

Cachoeira possuía, em 1855, duas aulas públicas que funcionavam em prédios alugados, e uma particular. Das primeiras, uma destinava-se apenas a meninos e, nesse ano, sob responsabilidade do Professor Rodrigo Alves Ribeiro, era freqüentada por 39 alunos. A outra, para meninas, contava com 60 alunas sob a regência de Dª Cândida Rodrigues Pereira.

A escola particular, com 31 alunos, era atendida pelo Prof. Manoel Marques dos Santos Torres.

A Câmara recebia, semestralmente, a relação nominal dos alunos, o dia da matrícula, a freqüência, as faltas e suas justificativas, e o aproveitamento de cada um.

Constatou-se, em 1854, a necessidade da criação de uma nova escola para meninos no passo do Jacuí, onde já existia um expressivo núcleo populacional.

A imigração alemã ocorreu a partir de 1857 e deixou como maior herança a iniciativa do cultivo do arroz, que rapidamente tornou-se o principal produto cachoeirense e grande impulsionador do crescimento econômico da cidade.

No dia 08 de junho de 1893, em reunião, numa pequena casa ao lado da velha usina, na rua Moron, 28 famílias evangélicas fundaram a Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Cachoeira do Sul. Seguindo o lema que trouxeram da pátria-mãe - "Ao lado de cada Igreja uma Escola".  Resolveram, também, adquirir uma casa, que servisse de Escola e de Capela. Mas a grande data da Comunidade e da Escola recaiu no dia 3 de julho de 1893, na Assembléia em que os evangélicos decidiram, oficialmente, a sua criação. Seis pastores desempenharam a tarefa de professor.

 

Assim surgiu o:


 

Localização: R. Comendador Fontoura, 302 - Rio Branco, Cachoeira do Sul - RS, 96506-760 ‎


 

A história da escola e da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Cachoeira do Sul se confunde.

              Em 1913, já no quarteirão que o Colégio ocupa atualmente, foi iniciada a construção de um espaçoso prédio que abrigasse a Escola Primária e, sendo possível, um ciclo de Estudos Secundários. O novo prédio (atual prédio da Biblioteca Amália Geisel) foi inaugurado em 13 de março de 1914. Na época, o pastor também foi o diretor da Escola e o auditório (atual sala de dança) serviu como sala de cultos para a comunidade. Em 1916, foi construído um novo e amplo prédio destinado à casa paroquial e ao internato para os alunos da Escola (atual prédio da Educação Infantil). 

        


 


 

 

 

              De 1919 a 1927, esteve instalado o Instituto Pré-Teológico, para a formação de futuros pastores evangélicos. O IPT foi a primeira escola humanística do RS, aberto a todos, mesmo aos que, no futuro, não desejassem cursar Teologia. O IPT foi transferido para São Leopoldo em 1927. Na década de 30, foi construído mais um prédio para servir de Jardim da Infância e Internato para moças (atual casa do pastor e secretaria da comunidade). 

 

              Em 1941, a professora Amália Geisel assumiu a direção da escola e permaneceu no cargo durante os trinta anos seguintes. Em Assembleia Extraordinária da Comunidade, realizada em 12 de novembro de 1957, foi aprovada a criação do Ginásio e a construção de um moderno e espaçoso prédio.

              Em 1972, a professora Isolde Erica Gressler assumiu a direção da escola. Ao longo dos 16 anos na direção do educandário, D. Isolde incentivou muitas inovações, entre as quais a inauguração do Ginásio de Esportes do Colégio, situado no Bairro Tupinambá (1979).

              Em fins do ano de 1988, o professor Werner Bittelbrunn assumiu a direção do Colégio e permaneceu nela até o ano de 1993. Destacou-se durante a sua gestão a construção de uma nova ala anexa ao prédio principal. Além disso, uma quadra de esportes dotada de arquibancada. 

 


 

 

              Em maio de 1994, a então vice-diretora do Colégio, professora Leatriz Hoffmann Voigt, assumiu a direção. Sua gestão vem sendo marcada pelo aperfeiçoamento pedagógico constante do corpo docente e por obras que têm atendido os interesses da comunidade escolar, tais como melhoria no prédio do Ginásio de Esportes, cobertura e colocação de um novo piso na quadra de esportes com apoio da APP, novas instalações para a Biblioteca Amália Geisel, gradeamento do pátio, implantação do serviço de recepção, reforma do salão de festas em parceria com a Comunidade Martim Lutero, reforma dos banheiros entre outras atividades. 

 
Fontes: Arquivo histórico Municipal ; Museu Municipal de Cachoeira do Sul; http://www.camaracachoeira.rs.gov.br/arquivohistorico/arquivo.html-

 


 

 

 

 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O colégio Estadual Manoel Ribas busca contribuir para o desenvolvimento equilibrado da personalidade e para a formação de cidadãos conscientes, capazes de construir o conhecimento e aplicá-los na vida de forma crítica e autônoma.

O ‘Maneco’ e a sua História:
Tudo começou na era republicana, na cidade de Santa Maria Rs, cidade na qual a viação férrea movimentava a cidade e trazia pessoas com novas expectativas de vida. Com isso, surgiu então a necessidade de uma educação ao alcance dos filhos desses trabalhadores, então foi ai que tudo começou.
1913 -  Fundação da Cooperativa dos Empregados da Viação Férrea do Rio Grande do Sul (COOPFER). A cooperativa preocupava-se com a educação dos filhos dos associados e construiu escolas ao longo da ferrovia.
1914 a 1932 - Período em que o paranaense Manoel Ribas foi diretor comercial da COOPFER. Homem muito culto,viajou a Europa onde visitou as melhores escolas, a fim de encontrar um modelo de educação de bom nível. E foi nos liceus franceses que ele se inspirou para construir as melhores escolas para os filhos dos ferroviários: a Escola de Artes e Ofícios – Sessão Masculina, hoje colégio Hugo Taylor;  e a escola de Artes de Artes e Ofícios - Sessão Feminina, a Escola Santa Terezinha do Menino Jesus, atual prédio do Colégio Manoel Ribas.
1920 - Implantação do grande armazém da COOPFER. Seus associados reivindicaram melhorias no sistema educacional e de saúde.
1921 - A COOPFER, que já havia criado a Escola Masculina de Artes e Ofícios, providencia, também, uma escola voltada à educação das moças. E foi numa casa da vila Belga, que se instalou provisoriamente a escola. Mas o espaço logo ficou pequeno frente a grande procura.
1922 - Na rua Ernesto Beck é construído um prédio para a referida escola destinada às moças. No dia 1 de maio é inaugurada a Escola de Artes e Ofícios para meninos, um convênio com os irmãos Maristas, responsáveis pela disciplina do ensino fundamental e médio. Foi inspirado no colégio de Parobé  de Engenharia, de Porto Alegre (RS).
1923 – A cooperativa, autoriza a compra de um terreno nas imediações para construção de um prédio com acomodações para externato, internato e ensino profissionalizante.
1924 – A escola muda de endereço. As alunas são mantidas desde as séries iniciais até as complementares, que dava direito a exercer o magistério. Nos mesmos moldes da escola masculina, esta também foi inspirada nos liceus franceses, possuindo disciplinas profissionalizantes como costura, pintura, culinária, música, bordado e chapelaria.
1926 – Cooperativa divulga o projeto arquitetônico da nova escola para meninas.
1927 – Início da construção do prédio, onde hoje se encontra o Colégio Manoel Ribas.
1928 – Ocupação parcial das dependências da escola.
1929 – Conclusão da obra.
1930 – Inauguração solene do prédio. A sessão feminina da Escola de Artes e Ofícios recebe, então, o nome de Escola Santa Terezinha do Menino Jesus, ficando sob administração das irmãs franciscanas até o ano de 1942.
1940 – Estavam em funcionamento as duas escolas de Ofícios, a masculina e a feminina, com mais de 3.000 alunos matriculados, 200 deles internos.
1942 – A Escola Santa Terezinha passa a ser responsabilidade do governo do estado.
1943 – Até o ano de 1974, mais uma instituição de ensino ocupa o mesmo espaço físico. Trata-se da escola João Belém, que funcionou durante 31 anos no mesmo local.
1945 – A escola transforma-se em Escola Artesanal Dr. Cilon Rosa, permanecendo assim até 1965.
1953 – Ano de criação do Colégio Estadual de Santa Maria, por decreto do governador Ernesto Dornelles.
1954 – O Colégio Estadual passa a chamar-se Manoel Ribas depois de um ano de funcionamento junto ao instituto Olavo Bilac, que passou a funcionar neste prédio.
1974 - O Maneco passa a funcionar sozinho no prédio, com a primeira direção exercida pelo Pe. Rômulo Zanchi, com doutorado pela universidade Gregoriana de Roma, sendo professor em vários cursos da UFSM e UFRGS. Era conhecido por sua disciplina, respeito e qualidade que exigia dos professores e alunos.
1977 – O prédio que, até então pertencia a Cooperativa dos Empregados da Viação Férrea, passa a ser incorporado pelo governo do Estado.
1993 – A comunidade escolar faz uma manifestação popular para chamar atenção das autoridades acerca da precariedade do prédio do colégio Manoel Ribas, tendo apoio de políticos atuantes e ex-alunos influentes. Dessa forma, conseguiu liberação de verbas para sua restauração.
1995 – Foi sancionado um decreto do executivo tombando o prédio como Patrimônio Histórico Municipal.
1997 – Antônio Britto, então governador do Estado na época, determinou o início das restaurações. Foram utilizadas altas tecnologias em recuperação e restauro do patrimônio no estilo original do prédio. Apenas algumas mudanças na estrutura, como o anexo para banheiros e elevadores, foram realizadas.
1998 – A inauguração solene da restauração total do prédio contou com a presença de políticos e autoridades, para a alegria da comunidade escolar e da comunidade em geral.
1999 – Início das construções do ginásio de esportes no pátio do colégio.
2000 - O prédio do Colégio Manoel Ribas é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico  do Estado.

O Maneco não é uma simples escola!
Todos os dias, inúmeras pessoas entram e saem da escola: professores, funcionários alunos, e pais de
alunos, em sua grande maioria, ao passarem pela porta de entrada do colégio não se dão conta ou não sabem da riqueza e da arte cultural que está na entrada e sobre as cabeças dos mesmos.
Primeiro, destaco as duas grandes colunatas da arte e arquitetura gregas ( homenagem aos engenheiros e arquitetos gregos: Íctinos e /Calícrates. Ligadas por um arco logo na entrada, simbolizando a união do espírito ( saber) com a matéria humana. Expressa ainda um caminho para o saber, permitindo um referencial para o equilíbrio e a ligação com os sentimentos que a arte inspira e o domínio aparente do poder racional sobre as emoções que o visual artístico  nos fascina.Logo após nos deparamos e identificamos os órgãos reprodutivos da fertilidade feminina e da geração do ser humano. A descrição acima são os tubas uterinas ligadas pelo canal central da porta até o grande bojo ( útero).
Duas são as interpretações possíveis a serem dadas: é preciso esclarecer um dado histórico “quem e porque colocaram tais símbolos?”. Muito simples. Vejamos: esta escola antes de ser chamada de Colégio Estadual Manoel Ribas fora habitada por uma Congregação de Irmãs religiosas de Santa Teresinha do Menino Jesus e com suas juvenistas: alunas internas, vocacionadas para a vida religiosa.Agora tudo fica muito claro.
A primeira interpretação é uma homenagem e uma exaltação à Virgem Maria por ter gerado em seu útero sagrado o Filho de Deus, Jesus Cristo. Assim visto, Maria é o canal de comunicação e de intermediação entre Deus e os homens, entre a Terra e os Ceus, entre a matéria e o espírito.
A segunda interpretação tinha e tem como fundamento uma filosofia pedagógica de vida através do seguinte lema: “aqui se dá Luz e Vida”. O útero materno em sentido lato, gera a vida, isto é, realização profissional e humana, e a vida em sua continuidade, gera luz  sabedoria e conhecimento.
Aliás, esses elementos descritos acima estão nas portas laterais, à esquerda (secretaria) pelo desenho da figura da “cabeça” de uma juvenista com seus trajes típicos da época (as batinhas) e pelo “globo”; À direita (gabinete diretor) pelos “livros”.
Além destas descrições temos ainda os cravos, grandes e pequenos, incrustados nas portas, significando que o saber pertence à todos os quadrantes do universo social, quer sábios ou não, ricos ou pobres. Para chegar a plenitude do saber é preciso superar os sofrimento e as derrotas para atingir a felicidade, assim como os cravos sagrados da cruz de Cristo trouxeram a salvação e a felicidade para todos os seres humanos.

O prédio tem influência arquitetônica renascentista europeia, e foi restaurado recentemente. O colégio tem sido referência como colégio padrão do Rio Grande do Sul, sendo que várias pessoas de destaque aprenderam a liderar na escola, entre eles Reitores da Universidade Federal de Santa Maria, prefeitos municipais, deputados, seu aluno mais ilustre é o atual governador do estado, Tarso Genro. Há quase 50 anos a banda marcial se apresenta pelas ruas da cidade em eventos e datas comemorativas. Atualmente, o Colégio Estadual Manoel Ribas funciona em três turnos e conta com 2.600 alunos, 140 professores e 36 funcionários.

Grupo:  Lucas Maciel, Franciele Vargas

Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Manoel_Ribas, acesso em 12 de novembro de 2013.
http://manoelribassm.blogspot.com.br/p/historia.html, acesso em 12 de novembro de 2013.
http://infosantamaria.com.br/diversos/turismo/escola-manoel-ribas/, acesso em 12 de novembro de 2013.
http://historicomaneco.blogspot.com.br/, acesso em 12 de novembro de 2013.


domingo, 10 de novembro de 2013

Colégio Imaculada Conceição

Fonte: Museu Municipal de Cachoeira do Sul.
O Colégio Imaculada Conceição iniciou suas atividades no período republicano, mais precisamente no dia primeiro de abril de 1921, com apenas sete meninas. No entanto, esse número foi aumentando e no final do ano letivo eram cinquenta e quatro alunas, distribuídas em três classes. No dia primeiro de março de 1923, a escola já contava com cem externas e dez internas.
Em vinte de janeiro de 1921, chegaram a Cachoeira do Sul, a pedido do Pároco, Pe. Luiz Scortegagna e demais autoridades civis da cidade, as Irmãs Edigna Lehmann e Columbana Roweda, ambas vindas de São Paulo, com a sublime missão de fundar a primeira escola para meninas.
O povo reconheceu bem depressa a qualidade da educação e do ensino das Irmãs e o número de alunas foi crescendo. No dia vinte e quatro de maio de 1921, foi celebrada a primeira Santa Missa como singela festa inaugural. Neste dia, sobre o altar havia uma imagem de Nossa Senhora Imaculada Conceição, doação da Congregação Mariana e do povo da cidade que estava habituado a venerá-la. Então, em homenagem à Mãe de Deus, a instituição foi denominada Colégio Imaculada Conceição.
Localizado na Avenida Presidente Vargas, 1958, Bairro Santo Antônio em Cachoeira do Sul-RS. Hoje o prédio da lugar ao Colégio Totem, desde setembro de 2012.
Fonte: ACSC - Associação Congregação de Santa Catarina.
Fonte: ACSC - Associação Congregação de Santa Catarina.
Com a missão de promover e consolidar a educação como processo de crescimento humano, cristão e profissional, o Colégio Imaculada Conceição tinha como base os valores evangélicos, a ciência e a tecnologia. Através de sua pedagogia humanista, o Colégio Imaculada Conceição tinha como princípios a liberdade, permitindo ao educando exercê-la durante o seu processo de formação, com conteúdos significativos, métodos ativos e dialógicos, convivência de múltiplas temporalidades, espaços diversificados e gestão democrática e participativa. Para garantir a educação de qualidade que o Colégio Imaculada Conceição ofereceu por 90 anos no município de Cachoeira do Sul, o educandário mantinha parcerias com diversas instituições.
Foi com tristeza e apreensão que a comunidade cachoeirense, em 2012, recebeu a notícia do encerramento das atividades do Colégio Imaculada Conceição sob a direção da Congregação de Santa Catarina.
Fonte: Colégio Totem Cachoeira do Sul.
As freiras da Congregação já estavam em Cachoeira desde 1919, atuando no Hospital. Em 1921 estenderam sua ação para a área educacional, quando fundaram o Colégio Imaculada Conceição, inicialmente instalado no prédio onde hoje está o Colégio Marista Roque. Em 1927 a Congregação deu início à construção do prédio principal no Bairro Santo Antônio. Em 1961 o prédio do Ginásio Imaculada Conceição completou o conjunto que embeleza e orgulha o bairro, formando com a Igreja Santo Antônio um indiscutível sítio de valor arquitetônico ímpar.
Foram 91 anos de atividades ininterruptas, centenas de alunos formados e um histórico de bom relacionamento com a comunidade que ficará só na memória de Cachoeira do Sul desde o encerramento do ano letivo 2012, quando o grupo educacional Totem, de Santa Maria, assumiu o Colégio Imaculada Conceição. Ex-alunos e a comunidade escolar, saudosos, organizaram uma despedida com abraço simbólico ao prédio da escola. A ideia de abraçar o colégio surgiu na rede social Facebook. "A atividade é para agradecer simbolicamente os bons momentos vividos na escola e uma demonstração de carinho pelo colégio", ressalta Bárbara Matos. 

Inauguração Totem.
Primeiras turmas do Totem.

Grupo: MAKARENA
Mariele Dorneles
Karen Favarini
Renata Pinto
Natália Menezes






Apresentação do grupo de flauta do Colégio Imaculada Conceição durante o projeto Tem Festa no Bairro, na Praça José Bonifácio, em Cachoeira do Sul - 28-03-2010 - Imagens Luis Bacedoni.
Referências:
Adeus, Imaculada. Disponível em <http://radiocachoeira.com.br/radio/azul/index.php?pg=noticia&id=8057>, acesso em 10 de novembro de 2013.
Colégio Imaculada Conceição. Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=kX5WGmd1asQ>, acesso em 10 de novembro de 2013.
Colegio Imaculada Conceição. Disponível em <http://acsc.com.br/associacao/colegio-imaculada-conceicao>, acesso em 10 de novembro de 2013.
Colégio Imaculada Conceição tem tradição em ensinar. Disponível em <http://www.jornaldopovo.com.br/anuarios/2012/anuario/materias/281/colegio_imaculada_conceicao_tem_tradicao_em_ensinar.htm>, acesso em 10 de novembro de 2013.
Colegio Totem Cachoeira do Sul. Disponível em <https://www.facebook.com/ColegioTotemCachoeira>, acesso em 10 de novembro de 2013.
Historia de Cachoeira do Sul. Disponível em <http://historiadecachoeiradosul.blogspot.com.br/2012/09/colegio-imaculada-conceicao-final-da.html>, acesso em 10 de novembro de 2013. 

2ª postagem - História da Educação Brasileira

Olá pessoal, estamos no período da segunda postagem no blog sobre a Historia da Educação Brasileira, atentem-se para o que foi solicitado:
"Cada grupo irá identificar um prédio, priorizando um prédio escolar construído em um dos três primeiros momentos históricos (procurem escolher prédios distintos nos diferentes grupos)"
Orientações para facilitar a pesquisa:
1- Escolha o prédio (preferência escola)
2- Consulte a data da construção, dados sobre sua fundação, materiais que foram utilizados na obra, etc.
3- Procure conversar com pessoas que possam contar um pouco sobre como era a cidade neste período, origem do nome, etc.
4- Tente verificar como surgiram as escolas no seu município, onde funcionou a primeira escola do seu município, como eram as aulas, como os professores eram formados. A Secretaria de Educação ou a Coordenadoria Regional de Ensino são boas fontes de pesquisa.
5- Procure sempre compreender o prédio dentro do contexto.

As postagens tem encerramento no dia 17/11/2013. 
Sejam criativos!!!!!!
OBS: Esta tarefa vale frequência.

sábado, 9 de novembro de 2013

Escola Estadual de Ensino Fundamental Juvêncio Soares

Entrevista com a diretora da escola: Juciara Ferreira Pereira

1-(História da escola)
Em 31 de julho de 1954 teve início à construção do Grupo Escolar, com a ajuda do Rotary Club, em terreno doado pelo Sr. Francisco Pillar Soares que, homenageando seu pai deu o nome de Juvêncio Soares à Escola.
No dia 1º de março de 1959, iniciou suas atividades com uma turma da 4ª série e uma de 5ª série; somente em agosto do mesmo ano começaram as demais séries, totalizando 12 turmas com 376 alunos em três turnos, com 11 professores e 3 serventes, sendo responsável pela Direção à professora Ivete Bica Constantinópolis.
Em 1971 a escola foi acrescida de um pavilhão com 3 salas de aula e 2 banheiros, para melhor atendimento aos alunos.
A partir de 02 de julho de 1979, o nome da escola passou a ser chamado de Escola Estadual de Ensino Fundamental Juvêncio Soares- 1ª à 4ª série.
Em 1984 a escola passa a fazer parte das Escolas Reunidas do Bairro Tupinambá, encaminhando seus alunos para frequentar a Escola Estadual Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha a partir da 5ª série. No mesmo ano a escola foi autorizada a atender uma classe de jardim de infância - Nível B e a partir de 1990 também o Nível A.
Em 1988 a denominação da escola passa a ser Escola Estadual de 1º grau incompleto Juvêncio Soares.
Em 1995 passa a contar com a 5ª série, tornando-se uma escola de 1º grau.
completo, formando a primeira turma de 8ª série em 1998.
Em 2000 passa a ser denominada Escola Estadual de Ensino Fundamental Juvêncio Soares.
No mês de maio de 2001, foi inaugurada a ampliação da escola, com mais uma sala de aula e uma sala de atividades múltiplas.
Em 2002, teve início a construção da quadra poliesportiva (concluída em 08/03/2007), sendo que estas duas obras foram conquistadas da comunidade escolar através da sua participação no orçamento Participativo do Estado.

 2-(Município de Cachoeira do Sul neste período).

Nos anos 1950 acontecem os principais avanços no transporte cachoeirense: a Transporte Nossa Senhora das Graças entra em operação, dando início ao transporte coletivo em Cachoeira do Sul. Nessa época existia apenas uma linha, que ia desde o atual Hotel União até a Prefeitura. Em 1955 entra em funcionamento a Estação Rodoviária de Cachoeira do Sul, localizada, na época, ao lado da Estação Ferroviária de Cachoeira do Sul. Também é nos anos 1950 que o Cine Astral é inaugurado. A cidade, até então, contava com o Cine Coliseu, em funcionamento desde os anos 1930. Em 1958 se dá impulso ao movimento de construção da Funvale (Fundação Universidade do Vale do Jacuí), para a cidade contar com o ensino superior, até então inexistente no município.

Escola Estadual Juvêncio Soares

Grupo: Ângela Costa, José Gilberto Santana, Márcio Haetinger, Rosana Alves e Wellington Cavalcante